sábado, 8 de setembro de 2007

De coisas aparentemente invisíveis

Conforme o aspecto cíclico do universo, as coisas voltam à tona, sempre. Já me disseram e é verdade, comprovada: as coisas não resolvidas agora um dia acabam incomodando outra vez. Se a gente não fala, elas fazem tanta pressão dentro da gente que acabam explodindo de forma negativa. As palavras tornam-se duras de serem pronunciadas, de tanto tempo que ficaram cozinhando dentro da cabeça. Elas secam, e às vezes parece que perdem o sentido, ficando cada vez mais impronunciáveis. O tempo é foda, cambada. O tempo faz a gente pensar que esqueceu de coisas que, na verdade, só estão crescendo discretamente.
É, as coisas são como são, e não como você quer que elas sejam. Têm que acontecer na sua hora apropriada. E quanto mais você espera que algo aconteça, mas isso vai demorar a acontecer. Gente, não fui eu quem inventou as regras!!!
Ah, e tem mais!! Conhecer pessoas pode não ser tão ruim, afinal, você não é tão burro quanto pensa, nem tão inteligente. Isso porque, infelizmente, nossa civilização se acostumou a ignorar a intuição e a espiritualidade, suprimindo qualquer forma de pensamento "não-fundamentada" num método científico-empírico-racional. E isso tolhe almas criativas e as afasta de sua verdadeira personalidade, limitando-as ao universo dos loucos.

Mas, como eu já disse, não fui eu quem inventou as regras. Por isso não quero seguí-las.

Um comentário:

  1. pois fodam-se as regras.
    =)


    ps.:coloquei um link do teu bololog no meu.

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