sexta-feira, 14 de maio de 2010

Assim mesmo

Na minha pele deixo-te marcar os sinais sutis - leve na areia a lagarta que volta pra casa
Descanso na sombra, quero sempre ver os olhos...de escuro a claro nos segundos das horas
Parece ser tanto o comum que não parece, as letras, as frases, os versos, as melodias - minha mão, tanto verde, tanta terra pra pisar - de tantas coisas já ditas sobrou o que já não importa mais...

- Um dia me debruço sobre você e corto teu cabelo.
- Tá, mas então vou pintar a tua orelha de azul anil
- Ué?
- É.

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